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Proyecto: DICCIONARIO DEL PENSAMIENTO ALTERNATIVO II

Formación Nacional

por Fabio Luis, Universidad de San Pablo
 


O problema da formação nacional se coloca para os países latino-americanos desde a emancipação como a necessária superação do legado colonial consubstanciado na articulação entre dependência externa e assimetria social, como condição para o estabelecimento de sociedades relativamente homogêneas do ponto de vista social, democráticas do plano político, auto-determinadas na esfera econômica e autoreferidas na dimensão cultural.

Sociedades cuja origem remete ao fenômeno da colonização na época moderna, os países latino-americanos partilham de um dilema histórico comum: subordinar o tempo e o ritmo da mudança social aos desígnios da coletividade nacional. A premissa subjacente é que o passado colonial deixou como legado o seu contrário: sociedades organizadas a partir da finalidade precípua de explorar o trabalho e os recursos naturais em benefício dos interesses mercantis europeus e portanto, incapazes de controlar o seu destino histórico.

A partir da emancipação colonial, franqueia-se aos povos americanos a possibilidade de superar sua condição reflexa original e constituir-se segundo um padrão autodeterminado. Esta via supõe uma inversão na forma de inserção das sociedades periféricas no sistema capitalista mundial, subordinando os fluxos de mudança social provenientes do centro às necessidades do conjunto da população. Em um contexto histórico marcado pela polarização entre um centro capitalista dinâmico hegemônico e uma periferia que lhe segue a reboque, o Estado surge como instrumento necessário para estabelecer algum nível de controle sobre a irradiação dos fluxos de inovação social no âmbito do espaço nacional. Nesta circunstância, superar o sentido da formação colonial equivale a afirmar as bases sociais, econômicas e culturais do Estado nacional.

Este movimento orientado a assumir o controle sobre o próprio destino através da consolidação do Estado nacional não poderia processar-se facilmente, uma vez que contraria a lógica de negócios do capitalismo mundial, cujos interesses encontram base de apoio em setores das sociedades periféricas. Para enfrentar esta articulação que obedece a uma racionalidade incrustada desde a colônia é necessário solidificar um conjunto de anseios econômicos e sociais necessariamente referidos ao espaço nacional e sustentados por uma ampla base social: na economia, a constituição de um mercado interno robusto; na política, a tolerância do conflito como modalidade legítima de reivindicação social; no plano social, a relativa democratização dos frutos do desenvolvimento; na esfera cultural, a afirmação de padrões de vida e de consumo condizentes com a realidade nacional.

O núcleo do dilema é que a construção desta base social exige uma democratização das sociedades periféricas em todas as suas dimensões, viabilizando a plena integração do conjunto da população aos benefícios do desenvolvimento, o que contradiz o privilégio que caracteriza o padrão de sociabilidade das classes dominantes no continente desde a colônia, sustentado pelos nexos que a superexploração do trabalho e a devastação dos recursos naturais permite estabelecer com o centro. Em uma palavra, configura-se uma situação onde a superação da dependência e o enfrentamento do privilégio encontram-se indissociados.

Na medida em que a evolução do capitalismo central requer a instalação na periferia dos requisitos mínimos para a generalização de relações de produção capitalistas, tendência que se verifica a partir de meados do século XIX e se acentua com a progressiva afirmação do capital monopolista, o processo de construção da nação na América Latina passa a se identificar com a própria consolidação do capitalismo em bases nacionais, o que supõe com a internalização do circuito de valorização do capital e a constituição do sujeito histórico portador deste desígnio: a burguesia nacional. Em outras palavras, nesta circunstância o dilema da formação nacional assume a característica de um processo de revolução burguesa atrasada, sob o imperialismo.

Através do século XX, surgiram no campo democrático três estratégias distintas para enfrentar o problema. Seu denominador comum é que integraram as dimensões democrática e nacional ao problema do desenvolvimento, em oposição a concepções à esquerda e à direita que dissociaram crescimento econômico de integração nacional.

Na esteira das investigações realizadas pela CEPAL que explicitaram a racionalidade do subdesenvolvimento, emergiram projetos de reforma do capitalismo assentados na intervenção do Estado nacional como instrumento capaz de civilizar os nexos entre desenvolvimento econômico e integração nacional, superando as disparidades entre a primitividade da produção e a sofisticação do consumo.

Na esfera de atuação dos Partidos Comunistas latino-americanos, constrangidos muitas vezes por interpretações esquemáticas da história emanadas de Moscou, identificou-se na oposição comum ao feudalismo e ao imperialismo o terreno para uma aliança entre a burguesia nacional e a classe trabalhadora, destinada a consumar a nação burguesa como etapa para o socialismo.

Uma terceira vertente, freqüentemente tributária de apropriações originais do materialismo histórico, acusou a convergência do interesse de classe entre as burguesias locais e o capital internacional, em detrimento dos nexos com a sociedade nacional. Nesta perspectiva, a conclusão da formação nacional seria um desafio histórico legado às classes trabalhadoras, ainda que o seu ponto de partida seja a realização das tarefas burguesas conducentes à afirmação da nação.

As ditaduras militares que assolaram o cone sul em décadas passadas revelaram o caráter anti-social, anti-nacional e anti-democrático das burguesias no continente, explicitando os rígidos constrangimentos para a reforma no capitalismo dependente. Em um contexto civilizatório onde se evidencia a insuficiência dos instrumentos políticos mundiais para subordinar o desenvolvimento capitalista aos desígnios mais elementares da convivência humana, o problema da formação nacional na América Latina no século XXI projeta-se sobre o pano de fundo do dilema secular entre socialismo ou barbárie.

 
Fuentes:

F. H. CARDOSO e E. Faletto, Dependência e desenvolvimento na América Latina. Zahar Editores, 1977. F.FERNANDES, Capitalismo Dependente e classes sociais na América Latina. Zahar Editores, 2ª edição, 1975. A. FERRER, La economía argentina – las etapas de su desarrollo y problemas actuales. FCE, Buenos Aires, 1970. C. FURTADO, Formação Econômica da América Latina. Lia Editor, Rio de Janeiro, 1970. A. GUNDER FRANK. Acumulação dependente e subdesenvolvimento. Brasiliense, 1980. M. LÖWYl (org), O marxismo na América Latina – uma antologia de 1909 aos dias atuais. São Paulo, Perseu Abramo, 1999. J.C. MARIÁTEGUI, El problema de la tierra. Em: Siete Ensayos de Interpretación de la Realidad Peruana. Biblioteca Amauta, Lima. A.PINTO SANTA-CRUZ, Chile: un caso de desarrollo frustrado. Editorial Universidad de Santiago, 1996. C.PRADO JR., Formação do Brasil Contemporâneo. Publifolha, São Paulo, 2000. R. PREBISCH, La obra de Prebisch en la Cepal. Selección de Adolfo Gurrieri. 2 tomos, FCE, México. P. SAMPAIO JR., Entre a Nação e a Barbárie: os dilemas do capitalismo dependente. Vozes, Petrópolis, 1999.

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Tragedia Americana

por Gerardo Oviedo UBA-UNLP

Vitalidad

por Gerardo Oviedo UBA-UNLP

Pensamiento Heterológico

por Jorge Brower, Universidad de Santiago de Chile

Geo-epistemología

por Claudio Canaparo, University of Exeter

Estado de Bienestar

por Cerdá, Juan Manuel, CONICET - UNQ

Macedonismo

por Horacio Eduardo Ruiz

Garantismo

por Marisa Miranda, Gustavo Vallejo (CONICET)

Educabilidad

por Clara Inés Stramiello (UCA –UNLA)

A Priori Vital

por Gerardo Oviedo

Recursos naturales

por Marina Lanfranco Vázquez (CIC) y Marisa Miranda (CONICET)

Superposiciones Culturales

por Fernan Gustavo Carreras (UNSE y UNT)

Educación alternativa

por Mariana Alvarado (CONICET)

Ecofeminismo

por Celina A. Lértora Mendoza, Conicet-FEPAI, USAL

Existencialismo Latinoamericano

por Marcelo Velarde Cañazares, Paris VIII

Desarrollo sustentable

por Marina Laura Lanfranco Vázquez (CIC) y Marisa Adriana Miranda (CONICET)

Hora Americana

por Hugo E. Biagini, CONICET, Academia de Ciencias

Teoría del Caos

por Fernando Vilardo, UBA

Conservacionismo

por Adrian Monjeau y Herminia Solari, Universidad de Mar del Plata

Políticas Identitarias

por María Luisa Rubinelli, Universidad de Jujuy

Crecimiento sostenido

por Felipe Livitsanos, UBA

Crítica

por Pedro Karczmarczyk, Conicet UNLP

Inmigrante argentino

por Graciela Hayes, Universidad de Rosario

Indocumentado

por Graciela Hayes, Universidad de Rosario

Resiliencia

por Horacio Eduardo Ruiz, UBA

Filosofía antihegemónica

por Álvaro B. Márquez-Fernández, Centro de Estudios Sociológicos y Antropológicos, Universidad del Zulia

Subalterno

por Rafael Ojeda

Panfleto Politíco

por Natalia Paula Fanduzzi, Universidad Nacional de Sur

Revistas

por Noemí M. Girbal-Blacha (CONICET)

Integracentrismo

por Jorge Rueda (Universidad de Santiago de Chile)

Género

por Alejandra de Arce (UNQ)

Unidad Latinoamericana

por Carlos Pérez Zavala (Universidad de Río Cuarto)

Poder simbólico

por Noemí M. Girbal-Blacha (CONICET)

Gestión Participativa de las Diversidades

por Ricardo Romero: Instituto Nacional contra la Discriminación.

Chacarero

por José Muzlera Klappenbach (UNQ)

Ambientalismo

por Marina Laura Lanfranco Vazquez (CIC)

Ecumenismo Latinoamericano

por María Teresa Brachetta

Acción directa

por Julián Rebón (UBA)

Agricultura Familiar

por José Muzlera Klappenbach (UNQ)

JUSTICIA EMANCIPADORA

por Zulay C. Díaz Montiel (Universidad del Zulia)

Sanitarismo

por Norma Sánchez (UBA)

Concientización

por Gabriella Bianco (Corredor de las Ideas)

Eticidad

por Gabriella Bianco (Corredor de las Ideas)

Laicismo

por Gabriella Bianco (Corredor de las Ideas)

No violencia

por Gabriella Bianco (Corredor de las Ideas)

Pluralismo

por Gabriella Bianco (Corredor de las Ideas)

Infancia

por Germán S. M. Torres (UNQ)

Territorio Libre

por Hugo E. Biagini, CONICET, Academia de Ciencias

Antilenguaje

por Patricia Vallejos LLobet (Universidad Nacional del Sur)

Antisemiología

por Jorge Brower Beltramin (Universidad de Santiago de Chile)

Contrahegemonía

por Francisco Hidalgo Flor (Universidad Central del Ecuador)

Neopopulismo

por Roberto Follari (Univ. Nacional de Cuyo)

Fiestas Míticas

por Claudia Bonicelli (UGNS)

Filosofar Latinoamericano

por Hugo Biagini (CONICET, Academia de Ciencias)

Autogestión

por Antonio Colomer Viadel, FADE UPV, INAUCO.

Discurso

por Carolina E. López, Universidad Nacional del Sur

Filosofía ambiental

por Alicia Irene Bugallo (UCES)

Filosofía ambiental argentina

por Alicia Irene Bugallo (UCES)

El Concepto Crítico de la Política

por Claudia Yarza, Universidad Nacional de Cuyo

La Crisis de la Política y la Pospolítica

por Claudia Yarza, Universidad Nacional de Cuyo

Comunidad de Cuestionamiento

por Mariana Alvarado, Silvana Vignale (CONICET)

Filosofía con niños

por Mariana Alvarado, Silvana Vignale (CONICET)

Experiencia de pensamiento

por Silvana Vignale, Mariana Alvarado (CONICET)

Ciudadanía holística

por Ana Irene Méndez

Arte relacional

por Ferrari, Ludmila (Universidad Javeriana de Colombia)

Estudios Visuales

por Marta Cabrera, Pontificia Universidad Javeriana (Bogotá-Colombia)

Sincretismo

por María Luisa Rubinelli, Universidad Nacional de Jujuy

Política Cultural

por Arturo Chavolla, Universidad de Guadalajara

Troskismo Argentino

por Daniel de Lucia, Instituto del Profesorado Joaquín V. Gonzalez

Desarrollo sostenido

por Juan Kornblihtt, CEICS

Descentralización educativa

por Romina De Luca, CEICS

Justicia distributiva

por Gerardo Baladrón, CEICS

Justicia internacional

por Germán Suárez, CEICS

Universalismo contextualista

por Gregor Sauerwald, Universidades de Ciencias de Münster y Católica de Montevideo

Movilidad social

por Marina Kabat, CEICS

Participación política

por Liliana Giorgis, UNCU

Salto cualitativo

por Fabián Harari, CEICS

Salud reproductiva

por Rosana López Rodríguez, CEICS

Subversión

por Stella Grenat, CEICS

Liberación (Filosofía)

por Cristina Liendo, UNC

Literaturas heterogéneas

por Graciela Maglia, Universidad Javeriana

Neozapatismo

por René Báez, Pontificia Universidad Católica, Ecuador

Memoria sonora

por Analía Lutowicz y Alejandro Herrero, Universidad Nacional de Lanús

Pedagogías de las diferencias

por Silvana Vignale, Mariana Alvarado, Marcelo Cunha Bueno, Universidad Nacional de Cuyo

Autodidaxis

por Dante Aimino, UNCo

Universidad Trashumante

por Juan Carlos Suárez, Universidad Nacional de Lanús

Legitimación

por Carlos Javier Pretti, CONICET

Abuelidad

por Hugo E. Biagini, Academia de Ciencias-Conicet

Convivencia

por Buatu Batubenge Omer, Adriana Mancilla Margalli y Benjamín Panduro Muñoz

Derecho alternativo

por Carlos Ponce de León UNCo

Transversalidad

por Maria Beatriz Quintana, UNJu.

Recursos hídricos

por María Cristina Sandoval, U.N.L.Z

Agriculturalización

por María Cristina Sandoval, U.N.L.Z

Formación Nacional

por Fabio Luis, Universidad de San Pablo

Contrahegemonía Nuestramericana

por Claudio Gallegos CONICET/ Universidad Nacional del Sur

Alteridad americana / Otredad americana

por Rafael Ojeda

Derechos Sociales

por Mónica Fernández (UNQ-UNLa)

Adolescencia

por Mónica Fernández (UNQ-UNLa)

YUNTA

por Jorge Rueda C. (Universidad de Santiago de Chile)

Nosotros

por Ricardo Melgar Bao (Instituto Nacional de Antropología e Historia, México)

Humor

por Ricardo Melgar Bao (Instituto Nacional de Antropología e Historia, México)

Mártir

por Ricardo Melgar Bao (Instituto Nacional de Antropología e Historia, México)

GIRO DESCOLONIAL

por Alejandro De Oto

PENSAMIENTO DESCOLONIAL/DECOLONIAL[1]

por Alejandro De Oto

Justicialismo

por Eduardo J. Vior (Universidad de Foz de Iguazú, Brasil)

Republicanismo

por Hugo E. Biagini (Academia de Ciencias)

Malestar en la cultura

por Mario Orozco Guzmán y David Pavón Cuéllar (Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo)

Movilización

por David Pavón Cuéllar (UMSNH) y José Manuel Sabucedo (USC)

Fuerzas Morales

por Susana Raquel Barbosa (Conicet, Academia Nacional de Ciencias de Buenos Aires)

Inconsciente

por Ian Parker (Universidad Metropolitana de Manchester) y David Pavón Cuéllar (Universidad Michoacana)

Georgismo

por Daniel De Lucia (Instituto Profesorado Joaquín V. González)

GAMBETA

por Di Giano, Roberto; Massarino, Marcelo; Ponisio, Julián; (Universidad de Buenos Aires)

Del principio de la igualdad

por Norman Palma (Univ. París)

Emergencia

por Rafael Pérez-Taylor (IIA-UNAM)

La imaginación

por Rafael Pérez-Taylor (IIA-UNAM)

Transdisciplina

por Rafael Pérez-Taylor (IIA-UNAM) Alejandra Ruiz Trujillo (Posgrado-UNAM)

Incertidumbre

por Rafael Pérez-Taylor (IIA-UNAM)

Reapropiación

por Brenda Tovar García

Razón ensayística.

por Janusz Wojcieszak (Universidad de Varsovia)

Ética ambiental

por Celina A. Lértora Mendoza (FEPAI)

El Logos (Pensamiento-Lenguaje) alternativo: El “Che” Suramericano

por Ricardo Nicolon

Memoria individual y colectiva

por Fernando Aínsa (Escritor y ensayista)

Ilustración Americana

por Rafael Ojeda

Sindicalismo de bases como alternativa frente a la burocracia

por Antonio Salgado

Desprejuicio

por Lucía Alicia Aguerre (UBA - CONICET)

Turismo social

por Erica Schenkel (CONICET - UNS)

Turismo alternativo

por Canoni Juan Pablo (UNS) y Schenkel Erica (CONICET - UNS)

Analogía

por Gerardo Oviedo, UBA-UNC-UCES

CIUDADANÍA AMBIENTAL

por Daniel Eduardo Gutiérrez

Compañero

por Ofelia Jany

Ecofeminismo latinoamericano

por Celina A. Lértora Mendoza (FEPAI)

Liberalismo latinoamericano

por Diego Alejandro Fernández Peychaux

Colonialidad

por Pablo Quintero (UBA - CONICET)

Sujeto criollo

por RAFAEL OJEDA

Economía Solidaria

por Pablo Quintero (UBA - CONICET)

Colonialismo Interno

por Pablo Quintero (UBA - CONICET)

Tribus urbanas

por Carlos Junquera Rubio

Evaluación educativa

por JUAN VICENTE ORTIZ FRANCO (Fundación Universitaria Los Libertadores)

CHAMPURRIA/CHAMPURRIADO

por Jorge Rueda Castro (Universidad de Santiago de Chile)

Onomantitesis

por Paolo Galassi (Università di Bologna)

Emancipación

por Elena Torre

Antagonismo

por Agustín Artese

Violencia marginal

por Florencia Prego

Extractivismo

por Andrea Cardoso (UBA-UNAJ)

Represor/a

por Analía Goldentul (IEALC/CONICET)

Integración Latinoamericana

por Juan Manuel Karg

Intelectual Latinoamericano

por Silvia E. Romagnolo

Pensamiento fronterizo

por Jung Eun Lee(UBA)

Investigación comunitaria intercultural

por Sebastián Levalle

Relativismo Cultural

por Rodrigo A. Gómez Tortosa

Mula

por María Cecilia Sánchez

Territorio

por Javier Eduardo Serrano Besil

Refugiado

por Laura Lopresti (UBA)

Campesinado

por Vannessa Morales Castro

Turismo rural comunitario

por Florencia Lance

Experimentalismo plástico latinoamericano

por Ana Beatriz Villar

Educatividad

por Osvaldo Concha

UNIVERSIDAD INTERCULTURAL

por Ana Paola Miyagusuku Miyasato

Curaduría en la periferia

por Elizabeth Hernández López, y Roberto Sanz Bustillo (UNAM, México)

Comunidad

por AA.VV.

Utopismo

por Mauro Leandro Asnes (UNS)

Insurrección

por María Eugenia Chedrese (UNS)

Ciencia

por Nora Ftulis (UNS)

Retórica

por Pablo Maximiliano Pellejero (UNS)

Exteriorismo

por Sergio Raimondi (UNS)

Nuevo Hombre

por Marina P. Verdini Aguilar (CEINA/UNS/CONICET)

FRACTURA

por Paolo Galassi (CEINA/CONICET/UNS)

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